Category: Notícias

MOÇÃO DE PESAR Nº 05/2017 – Alberto Benfica Nunes

MOÇÃO DE PESAR Nº 05/2017

Apresentamos à Mesa, ouvido o Plenário e dispensadas às formalidades regimentais, Moção de Pesar, pela passagem de Alberto Benfica Nunes, ocorrida no dia 26 de maio de 2017.
Alberto Benfica Nunes
(Biografia cedida pela família)

Alberto Benfica Nunes nasceu na cidade de Aiuruoca/MG, em 27 de agosto de 1921, onde viveu até os seus 15 anos, sendo que, após o falecimento de seu pai e sem recursos financeiros, mudou-se para a cidade de Campanha/MG, no ano de 1936, e começou a frequentar o Seminário Diocesano Nossa Senhora das Dores para formação de Padres.

Pouco tempo depois, com uma situação mais estabilizada, deixou o seminário para morar em Conceição do Rio Verde/MG e lá foi Professor e Chefe de Disciplina no Colégio Betharramita São José, entre o período de 1940 a 1945. Em 1945, o Sr. Alberto retornou a sua cidade de origem, e, nesse mesmo ano, tornou – se Professor na Escola Normal “Santa Edwiges”, onde lecionou até 1964. Em 1966, foi Diretor e Professor de Conhecimentos Gerais, Português e Etiquetas Sociais no Colégio João XXIII por aproximadamente 10 anos. Era conhecido e respeitado por todos pela sua rigorosidade e honradez no qual conduzia e ensinava seus alunos. Foi cofundador da Fanfarra , ao lado de Francisco de Assis Sales, o “Quito Sales”.

Tornou-se escrivão do 1° oficio na Comarca de Aiuruoca no ano de 1945 e, posteriormente, escrivão do crime, onde laborou até o ano de 1983, quando então se aposentou. Exerceu também, por 12 anos, o cargo de Escrivão Eleitoral na Comarca de Aiuruoca e foi Rádio – Técnico no período de 1950 a 1976. Em 1978, iniciou seus estudos na Faculdade de Direito de Varginha – FADIVA, concluindo seu bacharelado em 1983.

Em 1984, já com 63 anos de idade, ingressou na advocacia e, por anos, exerceu o cargo de advogado e defensor público com a mesma integridade, competência e decoro de sempre. Em 1988, foi Juiz de Paz do município de Aiuruoca até o ano de 1993. Casou-se em Aiuruoca no dia 09/01/1948 com Terezinha Delfim Nunes e teve 04 filhos: Carlos Alberto Delfim Nunes, Adauto Delfim Nunes, Marcelo Delfim Nunes e Laércio Delfim Nunes. Sr. Alberto Benfica Nunes faleceu no dia 26/05/2017, com 95 anos de idade, deixando aos seus filhos, netos, irmãos e amigos, seu legado de força, honestidade e amor.

 

Que se dê conhecimento a seus familiares, bem como a todos os cidadãos, pela perda inestimável que se fez acontecer.

Sala das Sessões, 05 de junho de 2017.

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Francisco de Assis Barros
Presidente
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Roni Roberto Pena
Vice- Presidente
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Alarcon Antônio Delfim
Secretário
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Antônio Paulo Flores
Vereador
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José Renato do Nascimento
Vereador
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Ivair Corrêa
Vereador
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Mario de Arimateia dos Santos
Vereador
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Lázaro Hélio da Silva
Vereador
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Helder Carvalho Corrêa
Vereador

MOÇÃO DE PESAR Nº 04/2017 – Claudia Ematné

MOÇÃO DE PESAR Nº 04/2017

Apresentamos à Mesa, ouvido o Plenário e dispensadas às formalidades regimentais, Moção de Pesar, pela passagem de Claudia Ematné, ocorrida no dia 19 de maio de 2017.

Claudia Ematné
(Biografia cedida pela família)

Claudia Ematné filha de Naylor Ematné e Teresinha Alexandrina Ematné. Passou sua infância e adolescência em Aiuruoca, cidade esta onde conheceu também seu esposo José Laercio Amaral ou simplesmente Morzinho, maneira carinhosa com que o tratava. Ao lado dele mudou-se para São Paulo onde teve duas filhas, Camila e Monique. Apesar de ter passado a maior parte de sua vida na capital, nunca esqueceu suas raízes, nutrindo um carinho impar por Aiuruoca e pelos aiuruocanos. Era uma mulher autêntica, dinâmica, sincera e amava a vida. Se pudesse defini-la em pouquíssimas palavras , escolheria os adjetivos radiante e intensa, características que se manifestavam quando abraçava uma causa, sempre em prol do próximo e em especial a APAE de Aiuruoca. E como amava esta instituição! Sua maior caridade não estava nos fundos que arrecadava e sim na forma generosa como tratava seu semelhante. Para ela, não importava raça, sexo, rico ou pobre, todos eram únicos e iguais, pois os olhava com os olhos do coração. Abria aquele sorriso largo e contagiante, emanando alegria e simpatia por onde passava. Se fez Luz presente a todos que a conheceram e por isso sua partida é tão dolorosamente sentida. Partiu da mesma forma em que entrou e conquistou nossos corações: de forma repentina, intensa e radiante. Saudades Eternas!

Que se dê conhecimento a seus familiares, bem como a todos os cidadãos, pela perda inestimável que se fez acontecer.

Sala das Sessões, 05 junho de 2017.
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Francisco de Assis Barros
Presidente
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Roni Roberto Pena
Vice- Presidente
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Alarcon Antônio Delfim
Secretário
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Antônio Paulo Flores
Vereador
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José Renato do Nascimento
Vereador
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Ivair Corrêa
Vereador
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Mario de Arimateia dos Santos
Vereador
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Lázaro Hélio da Silva
Vereador
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Helder Carvalho Corrêa
Vereador

MOÇÃO DE PESAR Nº 06/2017 – Odair João Kobel

MOÇÃO DE PESAR Nº 06/2017

Apresentamos à Mesa, ouvido o Plenário e dispensadas às formalidades regimentais, Moção de Pesar, pela passagem de Odair João Kobel, ocorrida no dia 26 de maio de 2017.
Odair João Kobel
(Texto de autoria de Maria Rosa Maciel Almeida)

Naquele começo de ano, entrava a segunda guerra mundial, com seu cortejo de horrores, luto e dor. Nesse clima tempestuoso foi que ele chegou, mas como arauto da paz, da alegria e da esperança: Odair nasceu em 18-02- 39. Na família de músicos, seu primeiro sono foi embalado pelas melodias mais puras de boas-vindas, por seu avô, o patriarca David Giffoni. Ali no berço estava o seu herdeiro e seguidor, a quem entregaria o cetro do seu reinado: a batuta de regente. Ele criara a Corporação Musical São Vicente de Paulo, logo depois de ter aqui aportado como imigrante proveniente da Itália aos 25 anos. David Giffoni criou esta banda e ensinou a todos os seus filhos o segredo da música: era a maneira de cultuar sua pátria distante onde havia crescido entre melodias. Era a maneira de matar as saudades do seu torrão natal. Ali estava seu herdeiro-neto, filho de sua caçula Letícia Giffoni e Rodolfo Kobel. Mas o que o grande chefe jamais poderia imaginar é que ali dormia um gênio. Odair chegou como mensageiro da paz e foi acolhido com amor infinito, sobretudo por sua mãe dona Letícia – Lelé para os íntimos.

E o menino cresceu, como Jesus, em Nazaré: “… em idade, graça e sabedoria diante de Deus e dos homens”. Ainda no berço, sua mãe contava que lhe punha nas mãos o bandolim e o ensinava a tanger as cordas. Logo se familiarizou com os nomes das notas, claves, partituras e acordes. Aprendeu junto com as primeiras palavras o caminho da música. Com seus 5 anos, já posava de músico uniformizado com o pessoal da banda – verdadeiro mascote. Daí para frente foi se integrando tanto que a música já lhe era como o pão de cada dia. Nesse ambiente conheceu Mozart, Mendelson, Gounod, Liszt, Schubert, Beethoven. Ficou moço. E com sua mãe abraçou a música e aquela banda, com verdadeira paixão. Seu avô, o maestro David e sua filha Letícia dedicavam-se a ela de corpo e alma aprimorando cada apresentação musical em vários eventos. Quando já doente o velho guerreiro se sentiu incapaz, chamou a filha e pediu-lhe: “Não deixe a banda morrer”.

Quando ele partiu Dona Lelé foi fiel ao seu pedido e a Banda continuou com ela, que buscava os meninos nos cantos das ruas e os trazia para ensinar a música. Foi ela que preparou seu filho Odair para dar continuidade àquele ideal. Odair e sua banda eram chamados para bailes, aniversários e festas religiosas em toda região. Por essa época conheceu sua futura esposa Martha, também de uma família de músicos. Com ela se casou e tiveram 6 filhos: Odair, Mauro, Ferdinanda, Luciano, Maurílio e Letícia. Deste legado sobrevieram os netos, Iris, Amarilis, Yasmin, Marcella, David, Sophia, Isadora, Daniela e Daniel, seu orgulho maior. Todos carregando o dom artístico de seus maiores.

Odair, além de maestro era também um grande mestre, como sua mãe; ensinava os jovens, treinando-os na flauta, violão, teclado, piano, saxofone e os demais instrumentos. Muitos não perseveram, mas ele estava ali, firme, para transmitir os seus ensinamentos e a sua paixão, com o propósito único de os fazerem parte da banda. Para nós é um privilégio ter convivido com ele. Saber que cumpriu plenamente a missão pela qual chegou: trazer alegria e paz através da sua arte, enchendo o mundo de harmonias e belezas. Vendo-o tantas vezes, humilde, recolhido em seu anonimato, caminhando à tarde pela estrada, ninguém diria que a esta hora estaria falando com Deus.

Nessa hora é que – através da prece – ele estava se encontrando numa dimensão superior com aqueles a quem amou profundamente e que também o amaram: sua mãe e seu avô. Certamente foram eles dois os primeiros a recepcioná-lo no Céu, para onde se mudou no dia 26-05- 2017. Quem o visse nas horas daqueles passeios-orações diários jamais poderia calcular que ali se escondia um gênio, que entre estas montanhas (nem mesmo ele sabia) já se tornou imortal.

Que se dê conhecimento a seus familiares, bem como a todos os cidadãos, pela perda inestimável que se fez acontecer.

Sala das Sessões, 05 de junho de 2017.

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Francisco de Assis Barros
Presidente
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Roni Roberto Pena
Vice- Presidente
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Alarcon Antônio Delfim
Secretário
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Antônio Paulo Flores
Vereador
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José Renato do Nascimento
Vereador
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Ivair Corrêa
Vereador
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Mario de Arimateia dos Santos
Vereador
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Lázaro Hélio da Silva
Vereador
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Helder Carvalho Corrêa
Vereador

MOÇÃO DE PESAR Nº 03/2017

MOÇÃO DE PESAR Nº 03/2017

 

Apresentamos à Mesa, ouvido o Plenário e dispensadas às formalidades regimentais, Moção de Pesar, pela passagem do ex-vereador Giovane Senador, ocorrida no dia 28 de março de 2017.

Giovane Senador, nascido em Aiuruoca no dia 11/09/1958, filho de João Senador e Lizete Alexandrina Senador. Era o terceiro de quatro filhos: Maria do Rosário Senador Alves, Paulo Roberto Senador, Giovane Senador e Patrícia Romani Senador. Casou-se com Jussara Laporta Gonçalves e teve dois filhos: Natanael Laporta Senador e Diogo Laporta Senador. Vereador no mandato 1993/1996

A morte de Giovane Senador é uma grande perda para todos os seus amigos, seus familiares e toda a comunidade aiuruocana, pois ele, de 1993 a 1996, atuou como vereador, colaborando para o engrandecimento do Poder Legislativo do Munícipio de Aiuruoca.

Com estas considerações é que propomos a presente moção de pesar por seu falecimento. Que se dê conhecimento a seus familiares, bem como a todos os cidadãos, pela perda inestimável que se fez acontecer.

 

Sala das Sessões, 03 de abril de 2017.

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Francisco de Assis Barros

Presidente

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Roni Roberto Pena

Vice- Presidente

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Alarcon Antônio Delfim

Secretário

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Antônio Paulo Flores

Vereador

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José Renato do Nascimento

Vereador

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Ivair Corrêa

Vereador

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Mario de Arimateia dos Santos

Vereador

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Lázaro Hélio da Silva

Vereador

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Helder Carvalho Corrêa

Vereador

MOÇÃO DE PESAR Nº 01/2017

MOÇÃO DE PESAR Nº 01/2017

 

Apresentamos à Mesa, ouvido o Plenário e dispensadas as formalidades regimentais, Moção de Pesar, pela passagem da Senhora Elza de Siqueira Pinto, ocorrida no dia 03 de março de 2017.

Elza de Siqueira Pinto nasceu em 04/06/1930, em Aiuruoca, filha de José Martins de Siqueira e Maria Antônia dos Santos. Casou- se com Luiz Gonzaga Ferreira Pinto e teve 4 filhos: Luiz Fernando, Paulo Cesar, Maria Eliane e Elziane Maria.

Formação escolar
Cursou os primeiros estudos no bairro Guapiara, completando o curso primário e o curso normal no Colégio Santo Edwiges. Cursou Pedagogia, com habilitação específica em Administração escolar, na universidade Tri- Cordiana em Três Corações e Cursou Supervisão Escolar na Universidade São Tomás de Aquino em Uberaba. Sendo uma mulher muito culta, fez várias participações em congressos e seminários a nível regional, estadual e federal.

Experiência profissional

 Professora de Ensino Fundamental- Aiuruoca

 Professora de Ensino Médio- Aiuruoca e Governador Valadares

 Diretora de Escola Estadual- Aiuruoca

 Coordenadora de área de Educação e Cultura – Superintendência de Governador Valadares

 Coordenadora do Núcleo de Ensino de Primeiro e Segundo Grau- Superintendência de Ensino de Uberaba

 Funcionária da Superintendência de Ensino de Belo Horizonte

 Diretora de Ensino de Segundo Grau – Belo Horizonte

 Secretária de Cultura da Prefeitura Municipal de Aiuruoca

 Diretora da UNIPAC- Aiuruoca

 Presidente e Vice- Presidente da APAE- Aiuruoca

 Fundadora, juntamente com seu esposo e sua amiga Gilda Carvalho, do Coral Vozes de Aiuruoca

A morte de Dona Elza de Siqueira Pinto é uma grande perda para todos os seus amigos, seus familiares e toda a comunidade aiuruocana, pois ela, além de ser uma figura de destaque, foi uma mulher muito caridosa e ajudava as instituições da cidade, bem como todas as pessoas necessitadas.

Com estas considerações é que propomos a presente moção de pesar pelo falecimento de Dona Elza de Siqueira Pinto, mulher sábia, culta, figura de destaque, colaboradora com a cultura de Aiuruoca e, principalmente, dedicada às obras sociais.

Que se dê conhecimento a seus familiares, bem como a todos os cidadãos, pela perda inestimável que se fez acontecer.

Sala das Sessões, 20 de março de 2017.

CÂMARA MUNICIPAL DE AIURUOCA

CEP:37450-000 ESTADO DE MINAS GERAIS

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R.Dr. Antônio Guimarães, 62 – (35) 3344-1767 – http://www.camaraaiuruoca.mg.gov.br

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Francisco de Assis Barros

Presidente

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Roni Roberto Pena

Vice- Presidente

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Alarcon Antônio Delfim

Secretário

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Antônio Paulo Flores

Vereador

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José Renato do Nascimento

Vereador

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Ivair Corrêa

Vereador

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Mario de Arimateia dos Santos

Vereador

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Lázaro Hélio da Silva

Vereador

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Helder Carvalho Corrêa

Vereador